Grande parte do nosso sofrimento nasce da distância entre a vida que vivemos e a vida que acreditamos que deveríamos viver. Entre quem somos. E quem sentimos que precisamos ser. Às vezes vestimos papéis por tanto tempo que esquecemos onde termina a expectativa dos outros e onde começamos nós mesmos. O profissional que nunca pode errar. A mãe que precisa dar conta de tudo. O parceiro que sempre precisa compreender. O líder que nunca demonstra medo. Esses papéis podem até funcionar por um tempo. Mas manter uma versão de nós mesmos o tempo todo exige muita energia. E, cedo ou tarde, essa conta chega. Talvez viver com mais leveza não seja se tornar alguém diferente. Talvez seja diminuir, pouco a pouco, a distância entre quem você mostra ao mundo e quem você realmente é.

Para refletir: Em algum momento da sua vida, você aprendeu que precisava esconder alguma parte de si para ser aceito? Qual? Hoje, quem você sente que precisa ser para se sentir suficiente? O que mudaria se você pudesse simplesmente ser quem é?

Seria uma honra te conhecer.

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